Nasci em Arapongas no Paraná no dia 22 de abril de 1964. Deram-me o nome de Cristina mas, devido minha descendência, chamam-me Krisha desde pequena. Portanto, tanto faz se me chamarem de Cristina, Cris ou Krisha. Hoje vivo em Brasília, uma cidade bem diferente, mágica e apaixonante.
Nasci sob o signo de touro, por isso sou persistente e adoro desafios. Vivo cada dia intensamente sem me preocupar com o dia de amanhã porque como diz a letra da música, "você só tem duas chances: uma prá viver e outra para ser feliz".
Defeitos? Tenho vários, afinal sou humana. Não ter paciência para que as coisas aconteçam, talvez o pior ... Não conseguir realizar algo de imediato torna-se um grande desafio, e portanto vou a luta
Ok, ok, ok, vocês venceram! Mas preciso de um tempo.
Estou em Goiânia. Andando pela rua passei por uma Lan House...
bateu uma saudade de todos e resolvi entrar para ver o que rolava. Nossa! Fiquei
realmente emocionada com tanta força para o blog não acabar. Na realidade acho
que no dia que postei aquele texto não estava de muito bom humor. O que acontece
é que o UOL tem limite de espaço para os textos e tem horas que me diz que o meu
limite acabou e não consigo colocar nem uma linha, em outras daria até para
colocar um testamento. Então... como minha paciência tem limites, resolvi
procurar por outro espaço.
Já até encontrei um e já até comecei a configurá-lo. Acho até
que vou ganhar um template personalizado da Nielle. Acontece
também que estou passando por um período esquisito na minha vida e como disse e
pediu a Camy vou ficar em hiato até resolver as coisas que tenho que
resolver, rumos que tenho que tomar. Ando sem tempo até para visitá-los mas não
me esqueci de vocês. Quando voltar, voltarei com força total. Quando o meu novo
espaço estiver pronto, quero que seja bem diferente e quero estar com a cabeça
diferente também. E não se preocupem, que quando tiver tudo pronto, aviso a
todos, afinal... adoro vocês.
Fiquem bem, um beijo no coração de todos e até a volta.
Hoje estou particularmente diferente. Estou sentindo uma emoção profunda, que mexe por dentro, que corre pelas veias e explode refletindo em meu rosto.
Hoje estou particularmente feliz, muito feliz! Acordei sorrindo para o mundo, sorrindo para a vida. Se existem os tais momentos de felicidade estou mergulhada, ensopada, lambuzada num deles.
Estou com vontade de sair para caminhar e dar bom dia a todas as pessoas que cruzarem o meu caminho. Sorrir e dizer a todos o quanto a vida é bela e assim contagiar a todos.
Se hoje eu plantasse uma árvore ela seria a mais linda de todas, daria flores maravilhosas e frutos saborosos.
Se hoje eu escrevesse uma canção, seria um sucesso.
Se hoje eu escrevesse um poema faria muitos chorarem pois seria o mais emocionante de todos os poemas que escrevi ou deixei de escrever em minha vida.
Se hoje eu fosse um pássaro me lançaria no vazio, saboreando o vento no meu rosto sem receio de cair.
Não tenho mais medo de escuro, não me sinto sozinha.
Se hoje eu morresse... morreria feliz. Acho que isso é felicidade.
Cheguei! Pensei que não chegaria nunca, mas consegui. Depois de dezessete horas e trinta minutos dentro de um ônibus, cheguei! Existe um trecho na estrada, entre o norte do estado de Minas Gerais e o sul de Goiás, que brincadeira! Fora outros onde não se sabe mais o que é estrada e o que não é. Alguém poderia me responder duas perguntas? Não inventaram uma taxinhaaí que tinha por finalidade arrecadar recursos para a reforma das estradas brasileiras? E por que a nossa malha ferroviária não é mais aproveitada para quem sabe assim, diminuir o trafego e com isso uma possível maior conservação das estradas?
Sexta-feira, depois de mais de uma semana correndo atrás de resolver alguns interesses em Arapongas a cidade em que nasci, voltei para Londrina, pois no dia seguinte a noite partiria. Resolvi aproveitar a manhã ensolarada e quente para os padrões sulistas do sábado para um passeio no Lago Igapó -31 gráus,o que para eles é um absurdo. Como vocês já viram nas fotos é um lugar lindíssimo onde se vê muita gente bonita caminhando, pescando, muito verde, muitos pássaros, patos selvagens e até um jacaré. Isso mesmo! O furor do momento é um jacaré que foi visto e fotografado e se transfomou em matéria de capa do Jornal local e que, para minha sorte, fotografei num flagrante repouso entre plantas.
Vi também uma tartaruga que foi pescada - literalmente - e que deu um trabalhão danado para que fosse solta do anzol preso na boca. Não imaginam a força que esse bichinho tem nas mandíbulas! Essa tartaruga media uns 20 centímetros, mas era aquela tartaruguinha amerericana que se compra nos Pets da vida, pequenininhas... que vai crescendo... crescendo... e quando atinge um tamanho que não cabe mais em aquário, é solta nos nossos rios e lagos, mesmo não fazendo parte da nossa fauna. Não fazia... porque agora faz!
Depois dessas aventuras e com as energias recarregadas me preparei para o retorno e ainda bem que recarreguei as energias. Como vocês viram, precisei de muita para suportar as quase dezoito horas. Pela primeira vez nos vinte e três anos que moro aqui não senti a mesma emoção que sentia quando visualizei Brasília no horizonte. Sempre achei fantástica a visão daquela cidade esparramada. Desta vez ela não me causou tanto fascínio, não sei porque. Entendi também o que minha amiga Anna Paula quer dizer quando chama de "verde desbotado" o verde daqui. Realmente existe uma diferença. O do sul é mais intenso, talvez seja isso.
Atendendo a pedidos colocarei mais fotos desses lugares que já me trazem saudades e recordações, aqui e no meu Álbum de Fotos (link no menu da esquerda). A propósito, ótimas recordações e saudades também. Até a próxima! Mesmo com o tentador convite de descer mais um pouquinho rumo ao sul em direção a Curitiba e depois Estrada da Gracioso rumo a Morretes, onde estão as minhas irmãs Guenha e Sofia nesse momento e onde sei que seria divino, resolvi não cair em tentação e voltar a realidade.
Ontem de noite, deitei-me na rede na varanda. O céu tinha um tom
azul-esverdeado e uma brisa soprava do norte. Peguei um álbum de retratos com
duas rosas na capa e repleto de lembranças por dentro. Não me reconheci na
menina de pés descalços, vestidinho curto. Ah! O meu vestido
predileto! Pano fininho e de estampas miúdas que não me recordo e estão
indecifráveis na menina loirinha de franjinha da foto.
Lugares que conheci, pessoas com quem convivi, um banho de rio, sorridente na
foto da fanfarra da escola, primeira comunhão, São José do Rio Preto, Brasília,
Curitiba, Guaratinguetá, viagem de litorina para Paranaguá, abismos da Serra do
Mar, Véu de Noiva - fantástica, inesquecível! -amigos
de infância, boneca predileta - dorminhoca, quem se lembra? Tinha um
zíper nas costas para gente guardar a camisolinha - pôr-do-sol
- muitos -, estradas, primeiro amor, festa junina
- eu de Rainha da Pipoca - melhor amiga da infância,
primos, família, Natal e Ano Novo, churrascos, avôs e avós, uma casa, um ano, um
cachorro - na verdade dois.
Na vida, bom seria se pudéssemos congelar os momentos de felicidade para
observá-los depois como se observa uma foto antiga que trás boas recordações.
Infelizmente a vida é feita de momentos. Só podemos reviver as lembranças.
Voltei do transe... voltei a realidade. A vida continua passando lá fora.
Estou voltando prá casa! Bom final de semana para todos.
Como prometi estou colocando algumas fotos da viagem que estou fazendo. Nesse momento estou em Londrina novamente, então vou colocar algumas fotos do Lago Igapó que fica aqui bem próximo do lugar onde estou hospedada.
Imagine o que é acordar cedo e sair para caminhar num lugar lindo como esse? Muito bom! E é o que farei logo mais se o tempo ajudar, pois hoje amanheceu chovendo por aqui. Beijos a todos e depois coloco mais fotos.
Que saudades de todo mundo! Andei sumida por oito dias mas, foi por um bom motivo. A semana passada foi maravilhosa. Estou no sul! Ah que coisa boa! Lugares, pessoas... tudo de bom. Sinto muitas saudades daqui.
Estou na minha cidade natal, Arapongas. Tenho assuntos para resolver por aqui mas, quero aproveitar um pouquinho também, porque ninguém é de ferro. Estou tirando várias fotos e depois coloco aqui. Se conseguir uma Lan onde eu possa descarregar, coloco algumas semana que vem, caso contrário quando voltar.
Estive muito mal ontem. Estou com a garganta horrível. Passei o dia de cama, só me levantando para resolver coisas realmente importantes. Hoje estou melhor. Tão melhor que já me animei para ir a uma festa que vai rolar aqui hoje de noite. Espero que seja divertido pois estou precisando realmente de diversão hoje. Bom final de semana para todos e até... sei lá. Quem sabe siga viagem para um lugar mais distante.
A chuva finalmente chegou. De mansinho, mas chegou. Uma outra coisa especial e típica aqui da minha cidade é a renovação da natureza. Quando estamos na época da seca a grama fica num estado que, quem não conhece pensa que nunca mais renascerá. Bastam as primeiras gotas d'agua, as mais fracas chuvas, para que ela renasça rapida e silenciosamente. Quando se dá conta, os gramados deixaram de ser uma palha sem vida e se transformaram num tapete verdinho e convidativo. Isso é o que há de mais fantástico na natureza daqui. Olhamos para ela, não acreditamos mais que sobreviverá, que seu fim chegou, e num piscar de olhos está lá. Renova suas forças de uma forma espetacular e com muito pouco. Estou assim. Meio palha, meio verde.
Voltei na segunda-feira de noite mesmo. Todos os planos para os passeios tiveram que ser adiados por conta da chuva pesada que caiu. Sai com meu irmão na parte da manhã para resolver algumas coisas.
Goiânia tem umas ruelas de tempos passados, quando ainda se andava de carroça, acho eu, de tão estreitas e são todas parecidíssimas. Dizem que para você aprender a andar por uma cidade tem que meter a cara e rodar mesmo. Concordo mas nunca com o meu irmão Henrique. Quando você se acha e diz "vira prá direita", ele discorda e diz: "Não era para esquerda" e acelera como quem anda em seu território. Conclusão: é claro que nos perdemos. Rodamos por mais de uma hora até encotrar um ponto de referência. Comédia. Bárbara tirou um cochilo no carro e quando acordou perguntou assustada se ainda não tínhamos chegado. Quando soube que estávamos perdidos, rodando, tontos como peru em véspera de natal, caiu na gargalhada.
A partir de hoje o que me tomará o tempo são os preparativos para minha próxima viagem. A-do-ro viajar! Se pudesse vivia nas estradas. Adoro conhecer lugares, pessoas, costumes, comidas (hum!), arquiteturas diferentes. Goiânia, por exemplo, possui essas ruas estreitas no seu centro, apinhadas de pessoas. Existem ruas só de confecções, onde você acha roupas de todas as cores e modelos. Está andando e de repente uma confusão se forma na sua frente, pode saber: é liquidação. Outra coisa que me chamou atenção foi o sistema de transporte que parece funcionar perfeitamente. As ruas mais importantes são divididas, com espaços para os ônibus e carros de passeio. Não existe confusão nem disputa de espaço. Gostei mais ainda de lá e só posso agradecer a Marilda e ao Valter pela recepção bem ao estilo goiano. Não percam nunca esse jeito goiano deser!
Cheguei a conclusão de que Goiano não faz outra coisa na vida a não ser comer! Impressionante como se dá valor a uma mesa farta. Aqui a mesa fica posta praticamente o dia inteiro. Se ficar aqui por mais de uma semana vou voltar rolando para Brasília. E é tudo comida light. Mas são todos muito animados e calorosos.
Ontem foi um dia muito especial, conheci pessoas especiais e um lugar especial. Pude exercer meu lado voluntário. Matei, também, a saudade da chuva. Aqui está chovendo, mas uma chuva passageira. Já me disseram que em Brasília, as chuvas finalmente chegaram. Chove e muito por lá - é só eu sair.
Tenho uns assuntos jurídicos para resolver por aqui ainda hoje e devo viajar de volta no final da tarde. Resolvo mais alguns problemas em Brasília, faço alguns preparativos e pé na estrada novamente, destino: o sul. Tenho coisas para resolver em Arapongas, além de matar as saudades de mamãe.
Agora vou dar umas voltas pela cidade para conhecer mais um pouquinho as pessoas, os costumes e o jeito goiano de ser.
Um bom feriado a todos e feliz Dia das Crianças, para quem nunca deixou de ser uma.
Minha viagem foi tranqüila. Pretendia sair de casa bem cedo para chegar em Goiânia ainda de manhã para aproveitar mais o dia, mas não deu! Primeiro porque precisa de uns documentos que deveriam ter sido entregues no dia anterior e não foram - não usaram sedex - e depois, adiei ao máximo para tentar convencer minha amiga Anna a me acompanhar. Mamãe está dodói e ela resolver não vir. Chato, mas tudo bem. Entendo o lado dela.
Sai de casa desesperada e atrasada, peguei um taxi e pedi para que pelo menos "tentasse" chegar a tempo de embarcar no ônibus as 15 horas. Disse que não queria que os pardais o pegassem e ele levasse uma multa, mas que apreciaria demais se ele conseguisse. Prestativo ele pisou fundo. Cheguei em cima da hora, corri até o guiche e pedi duas passagens para o próximo ônibus - minha filha veio comigo.
"- O próximo ônibus só sai as 18h30."
Não podia ser verdade. Com o feriado a cidade TODA resolveu ir a Goiânia. Com jeitinho consegui passagens para as 15h10. Menos mal. O pior é ter que ficar esperando esse tempo todo na rodoviária mais bonita e agradável do Brasil. Gente! Não existe, falta tudo! Desde beleza até banco prá sentar.
Cheguei aqui às 20h30. Meu irmão veio me pegar e fui a casa da Marilda que me esperava com uma lasanha maravilhosa. Depois hotel para o meu encontro com Morféu. Ufa!
Daqui a pouco estarei indo à Goiânia novamente. Uma missão me espera, mas estou indo para aproveitar um pouquinho também. Estou extremamente necessitada de uns dias longe dessa bagunça que se tornou meu "lar, doce lar" depois do começo dessa reforma. Terça ou quarta-feira estarei de volta e sei que morrendo de saudades. Se der tempo, mando alguma coisa de lá.
Aos que ficam, bom feriado, bom descanso, divirtam-se com sabedoria e até a volta. Aproveite seu tempo para ler um livro, ver um filme, apreciar a natureza ou para fazer algo que te agrade muito. Beijos no coração de todos.
Hoje é um dia muito especial. A exato um mês me mudei de mala e cuia prá cá, a principio com o coração na mão por ter que deixar para trás idéias, pensamentos, momentos importantes que vivi lá no meu blog antigo do Theblog que já não me oferecia mais as mesmas facilidades em expor as idéias como antes. Então, relutante mas conformada, me mudei. Até hoje não abri todas as caixas com as coisas da minha casa virtual antiga porque uma reforma em minha casa de verdade tem tomado o meu tempo, mas devagarinho vamos colocando as coisas no lugar.
Essa mudança me trouxe sorte. É que no período de um mês formam mais de 1.000 visitas, novos amigos - que eu ainda não linkei por absoluta falta de tempo -, e hoje de presente recebo a visita da Li do Magia Gifs dizendo que eu era destaque no site (ver comentário anterior). Claro que fiquei feliz e orgulhosa por isso e por suas palavras. Obrigada Li.
Teve também o comentário do Rhexandre, que não posso deixar de citar, que faz referência ao meu novo blog e que diz: "como o seu cantinho também é verde, tudo é esperança". É isso aí! Esperança de que aqui encontre mais pessoas maravilhosas como as que tenho encontrado e de continuar com um pouquinho de inspiração para escrever minhas bobagens e que elas possam de alguma maneira trazer mais e mais amigos porque esta casa é a casa de vocês e é feita para vocês.
Finalmente as chuvas estão chegando no Planalto Central
Foi num Dodge Polara verde quase abacate que cheguei pela primeira vez a Brasília. Já tem um bom tempo, 1981.Nossa! E acho que nem existem mais Dodges Polara. Foi amor a primeira vista.
A única coisa que me colocou em pânico quando me mudei para cá foram as cigarras. As cigarras são verdadeiros ETs. Enormes, verdes com dois olhos na lateral da cabeça. De onde eu vim, cigarra não tem mais que quatro centímetros, aqui elas tem dez, quinze. Pode imaginar o meu pânico - natural de toda mulher - quando um dia, ao telefone - também natural das mulheres -, no quarto andar de um edifício, vejo um monstro desses voando janela a dentro? Foi um escandalo!
É preciso um bom tempo para se acostumar com elas, mas depois passamos até a admirá-las e vê-las como uma seres proféticos. É que quando elas começam a fazer aquele som característico e marcante está anunciada a estação das chuvas. Aqui nos temos duas estações: a das chuvas e da seca. Acho que já disse isso. Quando elas começam "cantar" pode ter certeza que acabou a seca. E foi exatamente isso que aconteceu sábado de noite. Depois de dias ouvindo esse som estridente, passando por baixo de árvores e recebendo um xixizinho básico - na verdade elas não urinam, soltam um líquido quando precionam o abdómem para cantar, mas é como se fosse - eis que finalmente caem alguns pingos de chuva na cidade. Esses insetos não erram nunca. Podem se adiantar um pouquinho mas não erram.
Todos os anos saem aos milhões debaixo da terra para a perpetuação da espécie. Vivem como ninfa durante sete anos debaixo dela, saem, cantam para chamar a atenção da fêmea - só o macho canta, ainda bem -, se acasalam e morrem.
Foi um Dodge Polara verde que me trouxe para cá e foi um inseto verde que trouxe as chuvas.
Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei Beijos dentro da caixinha. Todos para você ...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali ...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmão, amigos... Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.
Final de semana chegando. Minha programação a princípio é uma confraternização com pessoas que não vejo a um bom tempo. São pessoas de que gosto muito e por isso estou ansiosa e esperançosa de que será bem agradável e que vamos nos divertir prá valer (pelo menos rir do passado nós vamos). Será uma espécie de reencontro nostálgico para rever fotos, filmes dos tempos em que nossa convivência era diária. Foram pessoas que passaram pela minha vida e seguiram seus caminhos, assim como eu segui o meu, mas que nunca deixaram de ser importantes.
A vocês, desejo a um final de semana maravilhoso. Beijos, muitos beijos (imaginários ou não) no coração de todos e até segunda.